Parte II - "O Senhor dos Anéis"

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Eu li "O Senhor dos Anéis" quando tinha 14 anos, sou da época que leitor de Tolkien eram pessoas aqui e ali, coisa dificil de se encontrar. Eu posso dizer que sou da fase que pensava " Cara, isso daria um mega filme, estilo Star Wars", sou da época que ao sair a primeira noticia do filme, que se não me falhe a memória, foi bem no final de 98 saiu pulando feito louco!!

"O Senhor dos Anéis" é uma obra que para quem não está acostumado com leitura, vai achar cansativo no começo, que foi meu caso. Porque é uma obra densa do começo ao fim. Mas valeu a pena cada página acompanhar as aventuras da Sociedade do Anel.Mudou toda a minha forma de ler, de ser e fazer. Mudou minha vida completamente, sou feliz por ter lido essa obra. Leia e divirta-se! Ao final de todo esse artigo sobre Tolkien e Suas Obras, dedicarei uma parte contando os segredos que descobri lendo o mestre por muito tempo!:)

“Três Anéis para os Reis-Elfos
sobre este céu,
Sete para os Senhores-Anões em
seus rochosos corredores,
Nove para os Homens Mortais,
Fadados ao eterno sono,
Um para o Senhor do Escuro em
Seu escuro trono
Na Terra de Mordor onde as
Sombras se deitam.
Um Anel para todos governar,
um Anel para encontrá-los
Um Anel para todos trazer e
na escuridão aprisioná-los
Na Terra de Mordor onde as
“Sombras se deitam”


Assim que o “O Hobbit” começou a fazer sucesso, o editor Stanley Unwin disse a Tolkien que precisava mais livros que explorassem o mesmo tema. O escritor respondeu enviando alguns contos infantis e os inúmeros manuscritos que tinha produzidos até então. Esses manuscritos continham o material que daria origem a “O Silmarillion”: anotações desordenadas e fragmentadas contando a densa história da criação do mundo até o início da Terceira Era, complexa demais para fazer par com a simplicidade da saga de Bilbo.

Tolkien não se deu por vencido. Logo começou a circular a notícia de que estava escrevendo novamente sobre o povo pequenino do Condado. Viu-se obrigado a aposentar o velho Bilbo, pois o final do “O Hobbit” assegurava que ele viveria em paz até o fim dos seus dias. E paz, para um Hobbit, se encontra bem longe de aventuras. Um dado a se colocar aqui: Dentre os maiores estudiosos das obras de Tolkien e seu próprio filho, Cristopher, não nega que Tolkien tenha criado algumas aventuras pequenas para Bilbo, principalmente para contar a noite para seus filhos, mas isso será uma coisa que nunca veremos... T.T

O sucessor de Bilbo acabou sendo seu sobrinho, que a principio tinha o nome de Bingo. Frodo, como o conhecemos hoje, seria o protagonista de uma aventura que aproveitaria alguns elementos de “O Hobbit”, para que o elo entre os dois livros não se perdesse. Esse elo acabou sendo, nada mais, nada menos, que o Anel de Bilbo, um dos poucos elementos que ainda não tinham sido explorados exaustivamente.

O aparecimento de um “Cavaleiro Negro”, que procurava por Frodo, marcou o inicio do afastamento que a nova história teria em relação à antiga. Era o primeiro sinal de que “O Senhor dos Anéis” caminharia um pouco em direção ao universo de “O Silmarillion”, sem torna-se tão complexo, mas assumindo um tom mais sombrio e denso.

Novamente Rayner Unwin, o jovem filho do editor, foi consultado para testar a qualidade dos primeiros capítulos, conforme Tolkien ia escrevendo. Entusiasmado, o menino perguntou sobre o titulo que seria dado ao livro, e isso mudou o curso das reflexões do autor. A história dos Anéis lhe parecia cada vez mais interessante...

Devido aos problemas de família e de falta de inspiração, Tolkien abandonou o novo manuscrito diversas vezes, tornando o processo de criação lento e cada vez mais difícil. No entanto, num único espasmo de criatividade, definiu o papel de Gandalf, do Espectros do Anel e de um ser das trevas que procurava o anel de Frodo. Esse anel teria que ser destruído, o que não seria nem um pouco fácil. Só poderia ser desfeito no fogo do vulcão onde tinha sido forjado, em Mordor.

A partir disso foi fácil conduzir a história até a casa de Tom Bombadil, depois de uma certa taverna em Bri, onde Frodo e seus companheiros encontraram o personagem que até então não estava nos planos. Aragorn, ou Passolargo, aparecia pela primeira vez na história. E tornaria a vida do Sr Pikachu Sama aqui mais feliz! Estava destinado a ser um verdadeiro herói, o rei que hoje intitula o terceiro volume da trilogia. Mas naquela época, Tolkien sabia dele tanto quantos os Hobbits.

A chegada de um grande herói requeria um grande vilão, e a figura de Sauron foi ganhando vida. O papel dos anéis também foi definido. Haveria entre eles Um que tinha sido criado para dominar todos os outros, o único que não retornara a Mordor, pois estava perdido. Era o anel que Frodo deveria destruir caso contrário o mundo seria coberto pela negra sombra do Senhor do Escuro. Tolkien encontrara o elemento que faltava para o desenvolvimento de uma história grandiosa e heróica, de tom bastante diferente da antecessora. Foi aí que ele referiu à nova criação pela primeira vez com o título de “O Senhor dos Anéis”.

O inicio da Guerra do Anel ia se aproximando, assim como o inicio da Segunda Guerra Mundial, e o escritor foi questionado a respeito de uma possível alegoria. Afinal seria muita coincidência que duas guerras, uma real e outra criada, estivessem explodindo ao mesmo tempo. Do ponto de vista inglês, o fato de que os heróis de ambas viessem do ocidente e combatessem monstros do leste, só piorava a situação. Mas Tolkien garantiu que se tratava de uma coincidência, que não se interessava por metáforas desse gênero. Tampouco simpatizava com os comunistas, no entanto, está descartada qualquer possibilidade de imperialismo por parte do autor, que já foi ate chamado de nazista em virtude das semelhanças de sua historia com os conflitos da época. Como ele tratou os elfos, achavam que seres superiores e perfeitos lembravam muito os Arianos de Hitler...

O fato é que o advento da Segunda Guerra atrasou, e muito, o desenvolvimento da Saga do Anel, que voltou a ser abandonada por longos períodos de tensão mundial, durante os quais tempo e inspiração eram um verdadeiro luxo. Ainda assim novos personagens foram aparecendo: Sam Gamgi, filho do jardineiro e companheiro de Frodo; os Ents, representando o amor de Tolkien pelas árvores; Saruman, Merry, Pippin... Já trabalhando no início do segundo livro, o escritor passou a refinar o estilo narrativo, a tornar a trama mais densa e sombria, aproximado cada vez mais a “nova história sobre Hobbits” de “O Silmarillion”. Achava, então, que “O Senhor dos Anéis” estava próximo de ser concluído, por isso prometeu ao editor Stanley Unwin que escreveria apenas mais seis capítulos. Ledo engano.

Tolkien escreveu mais trinta e um, ate dar-se por satisfeito. Esse perfeccionismo exigiu muito tempo e o editor já não sabia mais o que fazer. No entanto, alguns preferem usar a palavra “virtuosismo”. Durante toda a cronologia da Terra-média, desde o nascimento do mundo até o fim da Guerra do Anel, as fases da lua foram respeitadas, assim como as marés e a direção dos ventos. Todos os ciclos da natureza seguiram seu curso de maneira coerente, alheios às aventuras e sacrifícios dos personagens (como acontece na realidade). Esse cuidado faz com que tenhamos a impressão de que a história foi criada para acontecer na Terra-média, quando normalmente esperamos um mundo criado em função da história, servindo-lhe de cenário.

Terminar “O Senhor dos Anéis” foi um processo bastante complicado. Quando Tolkien fez cinqüenta anos, ainda estava resolvendo a historia do mundo e os personagens encontravam-se espalhados por ele, envolvidos em diversos conflitos ainda sem solução. Alem disso, o escritor estava no meio de infindável processo de criação do Sindarin e do Quenya, as línguas élficas, bem como os rudimentos das línguas de diversas outras raças. Estava ficando velho e apenas “O Hobbit” tinha sido publicado: uma perspectiva nada animadora. E apesar de já ter contribuído de maneira decisiva para as ciências filosóficas, ainda não estava concluído o trabalho de sua vida.

Mas Tolkien persistiu e, aproveitando as longas madrugadas que intermeavam seus atarefados dias de professor em Oxford, foi levando Frodo e Sam em direção a Mordor. Faramir aparece para interrompê-los no caminho, com a finalidade de ganhar tempo para que o autor resolvesse os problemas de Gondor e Rohan. A história foi ganhando proporções gigantescas e Tolkien já não tinha controle nenhum sobre ela. O editor já perdera as esperanças. A Segunda Guerra chegaria ao fim antes que a Guerra do Anel...

Nem os animadores comentários de Rayner Unwin, agora estudante de Oxford, conseguiram fazer com que Tolkien finalmente terminasse a história. Isso só viria a acontecer em 1949, doze anos depois de ter sido começada. O escritor revisava os manuscritos obsessivamente, alterava detalhes ínfimos e nunca estava contente com o resultado. Como ele mesmo disse: “Não creio que haja muitas frases que não tenham sido objeto de consideração meticulosa.”

O “Senhor dos Anéis” estava pronto, mas só seria publicado em 1954. Durante cinco anos, Tolkien mandou à versão definitiva a datilografada a algumas editoras, sem sucesso. Concluíra que o livro tinha se distanciado completamente do tipo de coisa que Allen & Unwin esperava, mas no fim foram eles que mais uma vez apostaram na sua genialidade. Ninguém, nem mesmo o próprio autor, podiam imaginar que a trilogia faria sucesso quase imediato, que cinqüentas anos depois estaria entre os mais vendidos do mundo ou que inspiraria uma das maiores produções cinematográficas de todos os tempos.

A trilogia de “O Senhor dos Anéis” é considerada hoje a principal referência no universo de literatura fantástica. Um divisor de águas no cenário mitológico britânico, ao quais os Hobbits pertencem com a mesma naturalidade dedicada pelos irlandeses aos Leprechauns, escandinavos aos Trolls e alemães aos Gnomos. Esses seres lendários, no entanto, demoraram séculos se desenvolvendo na mitologia das respectivas culturas, enquanto os Hobbits apareceram quase como um passe de mágica. Muita gente já ouviu falar desse povo pequenino e tímido que vive em buracos, sem ter a menor idéia de que foi criado recentemente. Alguns também ignoram a autoria da criação não só dos Hobbits, mas dos Ents, Orcs e Balrogs, a quem igualmente se deve a imagem moderna de Elfos, Anões e feiticeiros: O mestre J.R.R. Tolkien.

No entanto, a obra do escritor influenciaria muito mais do que a fantasia moderna. Inspiraria as gerações seguintes a ponto de proporcionar uma espécie de realidade alternativa, um farol para guiar a imaginação de milhares de leitores em direção oposta a do entorpecimento mental e criativo, característico da vida que levamos atualmente. A capacidade de criar, sonhar e representar difere o ser humano dos outros animais, mas fica em segundo plano diante da correria do dia-a-dia.

Não é à toa, então, que “O Senhor dos Anéis” exerça tanta atração e fascínio sobre artistas de todas as áreas, e sobre aqueles que não querem estar sós na busca de valores alternativos, de uma identidade diferente num universo de horizontes mais amplos.

“Eu me dedicaria totalmente às historias mais grandiosas, inserido outras, apenas rascunhadas, no contexto da trama. Todas deveriam, no entanto, estar ligadas num único e majestoso universo, ainda assim dando margem ao trabalho de mente e mãos alheias, empunhando pena, tinta e música.”

Personagens: *Gandalf já foi mencionado no artigo “O Hobbit”*

Frodo: Filho de Drogo Bolseiro e Prímula Brandebuque, Frodo nasceu no ano 2968 da Terceira Era. Logo cedo, ficou órfão e foi adotado por seu tio Bilbo, com quem viveu tranquilamente durante muitos anos. Era um jovem culto e com um raro gosto por aventuras. Quando Bilbo desapareceu do Condado, Frodo herdou suas riquezas e o Um Anel. Em pouco tempo Gandalf bateria à sua porta para mudar o curso de sua existência, bem como das vidas de todos os outros Hobbits. Frodo abandona sua terra natal e, com alguns companheiros, protagoniza a maior de todas as aventuras: a Saga do Anel. O Conselho Branco, em Valfenda, determina que o jovem Hobbit deve destruir o anel na forja onde tinha sido criado, em Mordor. Essa missão quase lhe custou à vida diversas vezes e dela não escaparia sem a ajuda de seu fiel companheiro, Sam Gamgi.

Sam Gamgi: Seguindo os passos de seu pai, Sam tornou-se o jardineiro de Bolsão, mas não exerceu a profissão muito tempo. A sorte lhe reserva um destino bem mais grandioso: acompanharia a Sociedade do Anel durante muitas andanças e inúmeras aventuras e depois seguiria Frodo através dos domínios de Sauron. Teve papel fundamental para que a destruição de Um Anel fosse bem sucedida. Quando Frodo partiu para o Ocidente, Sam herdou Bolsão, casou-se com Rosa Villa e com ela teve treze filhos.

Merry Brandebuque: Nasceu na Terra dos Buques, no Condado, e lá viveu até partir inesperadamente com Frodo, Sam e Peregrin. Com eles, viveu dezenas de aventuras até ter sido capturado pelas hordas de Isengard. Seu cativeiro terminou com a ajuda dos cavaleiros Rohirrim, porém perdeu-se em Fargorn, onde conheceu Barbávore e os outros Ents. Mais tarde jurou seus serviços ao Rei de Rohan, Thepdén, de quem foi escudeiro durante as guerras que sucederam. Foi ferido gravemente ao salvar a vida de Éowyn, mas Aragorn livrou-o da morte. Quando regressou ao Condado, lutou contra o domínio de Saruman e depois passou o resto dos seus dias em Rohan e Gondor, onde foi enterrado com todas as honrarias na Casa dos Reis. Merry ficaria famoso por ter sido o Hobbit mais alto de se teve notícia.

Peregrin Tûk: Mais conhecido pelo apelido, Pippin também fez parte da Sociedade do Anel até ela se desfazer. Assim como Merry, foi capturado pelos Orcs de Isengard e ambos viveriam as mesmas aventuras, separando-se apenas uma vez. Enquanto Merry se alistava no exército de Rohan, Pippin fazia o mesmo em Gondor, onde salvou a vida do príncipe Faramir. Os dois companheiros foram sepultados juntos na Casa dos Reis.

Aragorn: Décimo sexto da linha de chefes dos Dúnedain do Norte, Aragorn foi criado na casa de Elrond, em Valfenda. Ainda jovem, apaixona-se por Arwen, filha de seu anfitrião. Elrond só permitiria que se casassem quando Aragorn voltasse a ser o rei de Anor e Gondor. Buscando esse fim, viajou durante muitos anos lutando pelos direitos dos Povos Livres. Ficou conhecido por uma série de nomes: Elessar, Passolargo, Pedra Élfica, Thengel, Ecthelion e Thorongil. Em 2956, torna-se muito amigo de Gandalf. Em 3018, encontra Frodo, o Portador do Anel, numa estalagem de Bri. Liderou a Sociedade do Anel quando o feiticeiro desapareceu em Moria, contribuindo decisivamente para as grandes vitórias conquistadas nas guerras que viriam. Com a derrota de Sauron, tornou-se o Rei Elessar do Reino Unificado e finalmente herdaria a coroa, compondo uma longa linhagem de reis.

Boromir: Dúnadan, filho de Denethor II e Regente de Gondor. Depois de dividir um sonho profético com seu irmão Faramir, partiu para Valfenda, onde passou a integrar a Sociedade do Anel. Foi um companheiro fiel até sofrer a influência do Olho de Sauron, às margens da Cachoeira Rauros. Perdeu a razão e atacou Frodo para tomar-lhe o Um Anel. Quando recobrou o juízo, já era tarde: estavam sendo atacados pelos Orcs de Isengard.

Legolas: Príncipe dos Elfos da Floresta das Trevas, Legolas junta-se à Sociedade do Anel por decisão do Conselho Branco, na Casa de Elrond. Seu arco sempre pronto e mortal, sua aguçada visão élfica e seus conhecimentos sobra às florestas salvaram o grupo mais de uma vez, durante suas aventuras. Com o advento do ataque dos Orcs de Isengard e a quebra da Sociedade, Legolas segue viagem com Aragorn e Gimli, o Anão, de quem se torna um grande amigo. Lutam lado a lado nas grandes batalhas de Hornburg, Pelargir e dos Campos de Pelennor. Terminada a Guerra do Anel, Legolas inicia uma colônia de Elfos em Ithilien.

Gimli: Nasceu nas Montanhas Azuis, porém quando Smaug foi derrotado, mudou-se para Erebor. Mais tarde, viajou com seu pai Glóin (da Campanha de Thorin) rumo a Valfenda, onde foi escolhido para integrar a Sociedade do Anel. Gimli foi um dos únicos Anões a se tornar amigos dos Elfos. Conheceu Galadriel em Lothlórien, de quem sempre levaria uma mecha de cabelo em sinal de devoção e amor. Sua grande amizade por Legolas causava surpresa e admiração. Juntos lutaram nas grandes batalhas, que só teriam fim diante das portas de Mordor. Com o término da Guerra do Anel, tornou-se senhor das Cavernas Cintilantes, até finalmente partir da Terra-média com Legolas em direção ao Ocidente.

Gollum: Alguns falam que ele já foi um Hobbit, outros falam que era somente um parente dos Hobbits. Prefiro dizer que ele era um Hobbit que ficou desfigurado pelo poder do Um Anel. Quando ainda vivia no Vale do Anduin, era conhecido pelo nome de Sméagol. Para conseguir o anel, assassinou seu primo Déagol, que o encontrara enquanto pescava no rio. A horrorosa influencia do Um Anel prolongou a vida de Sméagol, o deformando até tornar impossível o convívio social. Transformou-se num liso e escorregadio morador de cavernas e calabouços, fugindo do sol, comendo porcarias e matando pelas costas. A partir de então, passou a ser chamado de Gollum, nome inspirado nos barulhos gorgolejantes que produzia ao conversar com seu “Precioso”. Escondeu-se, durante séculos, nas profundezas das Montanhas Sombrias até Bilbo Bolseiro aparecer por ali e tomar-lhe o Anel nas famosas “Advinhas no Escuro”. Quando Gollum finalmente localizou o Hobbit, este deixara seu tesouro para Frodo, que partia rumo a Mordor intencionando destruí-lo. É um dos personagens mais interessantes que Tolkien já fez no ponto de vista psicológico, Gollum vivia somente para o Um Anel, mesmo que para isso andasse pelo o sol ou fosse escravo do sobrinho do ser que ele mais odiava. Tolkien criou Gollum de uma forma que até hoje os grandes escritores o copiam para fazer seus vilões. Ele não tinha valores ou um caminho que devia seguir, como era o resto dos personagens da Saga do Anel.

2 Responses to "Parte II - "O Senhor dos Anéis""

Ana Karoline Says :
10 de dezembro de 2008 06:08

Tolkien é um gênio com certeza! e "O Senhor dos Anéis" pra mim foi mágico,entrei num mundo que nunca me permiti imaginar.Ganhei muitas coisas boas com essa obra,gana de saber tudo sobre esse autor genial,confiança num mundo fantástico e,o melhor de tudo,vc! se não estivesse lendo "O Senhor dos Anéis" naquele dia talvez vc nem olhasse pra mim...rsrsrsrsrsrsrsrs
Obrigada,Tolkien!!!

kadu Says :
13 de dezembro de 2008 18:49

E ai Joãozim, quando é q vai sair o próximo capítulo do Arlequim? Tô só no aguardo!!!
Falow...

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